Cadê o unicórnio?

Cadê o unicórnio?

Diz a lenda que eles existem na natureza. Se existissem, seriam raros – e valiosos.

Por isso, todos os investidores) querem encontrar o seu – ainda que no sentido figurado!

Entre as startups, o Uber é o melhor exemplo de unicórnio. No reino das fintechs, qual será o próximo unicórnio – aquela que se destacará brilhantemente, fará a diferença e chegará rapidamente ao seu primeiro bilhão de faturamento?

Esta é, e sempre será, a pergunta que não quer calar!

“Não tem segredo, somente aumentando a amostra é possível encontrar o unicórnio”, acredita Ricardo Anhesini, da KPMG.  “Muitos cases de sucesso tem a mesma característica: não tinham, no plano original, aquela característica que se tornou o unicórnio”. Ou seja, é preciso se adaptar – e resistir às pressões.

Para Fernando Freitas, da InovaBra, a principal variável é o timing. Há um elemento imponderável que dificulta explicar porque algumas viram unicórnios e outras morrem, afirma.

Guilherme Aleixo Tavares, do Cubo/Itaú, acredita que a apresentação tem que empolgar, mas  o que mais pesa mesmo é o impacto social e /ou dinheiro que a inovação vai trazer para o banco.

A analogia entre unicórnio e startup de sucesso foi empregada pela primeira vez  por Aileen Lee, uma investidora americana que escreve no famoso site Techcrunch.

Ela escreveu um artigo chamado “O clube do unicórnio: Aprendendo com startups bilionárias” e com ele criou a lenda dentro da lenda.

 

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