Beatriz Montiani, Visa

Beatriz Montiani, Visa
Foto:Marcelo Soubhia

Beatriz Montiani, responsável pela Aceleradora de Starups da Visa, diz que 69 delas já passaram pelo programa. “Com 37% delas, foram fechados negócios; desses, 52% foram com parceiros, 4% entre as próprias startups e o resto com a Visa. A visa é a favor da diversidade, acreditamos que pessoas com experiências diferentes, que pensam diferente tem resultados melhor e quando temos mulheres no time das startups, é muito especial, é diferente”, diz Beatriz.

A Visa acelera startups em diversas áreas, mas a maiora são fintechs (ver ilustração abaixo). As empresas são escolhidas anualmente, e passam por cinco fases: raio X com investidores, etapa internacional (neste ano, não houve a viagem, mas interação remota online), boot camp (para reavaliar as estratégias) e finaliza com sessões de talks e mentorias. A Visa busca satartups que desenvolvam soluções para emissores, adquirentes, varejistas ou projetos alinhados com processos internos da companhia.

Embora a Aceleradora não tenha o viés feminista, Eduardo Barreto, vice-presidente da Visa do Brasil, garante que a companhia está empenhada em participar do enfrentamento aos desafios que as mulheres possuem, criando uma economia digital mais inclusiva, conectada e customizada a essas necessidades. “Usando o poder da marca, do negócio e da rede que possuímos, podemos contribuir para o empoderamento das empreendedoras em todo o mundo. Diversas são as iniciativas em andamento que procuram, entre outros desafios, por exemplo, diminuir o gap de US$ 1,5 trilhão que as mulheres têm no financiamento de empréstimos”, completa .

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