Primeira edição do LIFT do BC termina com projetos do BRB, PagueVeloz, Vamos Parcelar e bxblue

Primeira edição do LIFT do BC termina com projetos do BRB, PagueVeloz, Vamos Parcelar e bxblue

O programa LIFT Learning, lançado em 2019 pelo BC em conjunto com a Federação Nacional dos Servidores do Banco Central (Fenasbac), encerrou sua 1ª edição com a execução de projetos para quatro instituições:

  • Banco de Brasília (BRB): criação de um aplicativo de integração de serviços do PIX a clientes pessoa jurídica;
  • PagueVeloz: criação de um sistema integrado de gestão de benefícios a funcionários via Pix;  
  • Vamos Parcelar: criação de um sistema de automação de pagamento de tributos via Pix;
  • bxblue: construção de um sistema de reconhecimento facial capaz de trazer segurança jurídica a contratos on-line e de acordo com as normas do Open Banking.

O projeto da bxblue já está em testes para entrar em produção, indo além do objetivo inicial. Já os outros três projetos atingiram a fase de protótipo, que era a meta do programa.

Além dos quatro projetos, foi escrito um livro sobre regulação do PIX. A autoria foi de uma equipe multidisciplinar composta por estudantes dos diferentes times, com base em seus aprendizados ao longo da iniciativa.

LIFT Learning

O LIFT Learning tem por objetivo fomentar a criação de inovações tecnológicas para o sistema financeiro brasileiro, por meio da construção de parcerias entre as universidades, que são fontes de inovação, e o setor privado. O LIFT Learning surgiu para complementar o LIFT, no qual projetos inovadores são submetidos e selecionados para um processo de aceleração.

No lançamento da iniciativa, em 2019, o presidente do BC, Roberto Campos Neto, afirmou que “no LIFT Learning, empresas que buscam soluções inovadoras para problemas específicos poderão criar oportunidades de aprendizado experimental. Isso fortalece o ecossistema de inovações, com grandes benefícios para o Sistema Financeiro Nacional”.

Para 2021, a previsão é de que ocorra uma 2ª edição no Distrito Federal, com cronograma ainda a ser definido pelo coordenador do programa na UnB, Ricardo Fernandes Paixão, e por representantes da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF). Leia aqui o texto publicado pelo professor Ricardo na revista Exame.

O LIFT é eralizado em parceira com a Universidade de Brasília (UnB), com a Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF) e com empresas do setor financeiro, o programa contou com quatro times multidisciplinares. Cada equipe era composta por 10 estudantes da área de tecnologia e cinco estudantes das áreas de Administração e Direito.

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