Corretora digital Warren recebe aporte de R$ 300 milhões de um pool de investidores liderado pelo GIC

Corretora digital Warren recebe aporte de R$ 300 milhões de um pool de investidores liderado pelo GIC
O time da Warren com o CEO, Tito Gusmão (último à direita)
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A corretora digital Warren acaba de receber um aporte de R$ 300 milhões de um pool de investidores liderado pelo GIC. O fundo soberano de Singapura é investidor global de longo prazo do Nubank, Sankhya Hotmart e VR Benefícios. A rodada  é o dobro do valor das duas anteriores e foi seguida pelos fundos Ribbit Capital, Kaszek e Chromo Invest – investidores desde a Series A – a QED, Meli Fund e Quartz, que também entraram na Series B.

O investimento será destinado principalmente para a área de tecnologia, ampliação do leque de produtos, contratações de profissionais e também para potenciais M&As em avaliação. Por meio da incorporação de mais um fundo global em seu portfólio, a Warren quer reforçar o valor do seu modelo de negócios para o investidor brasileiro.

“Levaremos a nossa mensagem com muito mais força para nossos clientes e parceiros de negócios. Nosso cliente está sempre no centro e nós só crescemos se o cliente cresce”, afirma o CEO Tito Gusmão. 

A empresa atingiu R$ 5 bilhões sob gestão e espera conquistar, até o fim de 2021, a marca de R$ 10 blhõesi.  A ideia, segundo Gusmão, é que a expansão e contratações continuem neste ritmo. 

A Warren oferece conta remunerada, trade sem corretagem e carteiras que podem ser criadas de acordo com objetivos. Neste último, o cliente escolhe um objetivo para investir e os produtos e a alocação são selecionados conforme o prazo e o perfil do investidor. Este e outros serviços são oferecidos pela corretora em um modelo de taxa única, o chamado fee-based. “Nós não inventamos a roda, simplesmente distribuimos para todo mundo o modelo que só os super-ricos têm acesso e que já é comum em economias mais desenvolvidas, como nos Estados Unidos e Austrália, por exemplo”, explica Gusmão.

Ainda novo no Brasil, o fee-based se opõe ao commission-based – um sistema de remuneração utilizado pelas maiores corretoras e bancos, que se baseia em comissões embutidas nos produtos que são recomendados e contratados pelos investidores, como fundos de investimento. 

A Warren já recebeu dois aportes: em 2019, no valor de R$ 25 milhões, e em 2020, no valor de R$ 120 milhões. A primeira rodada foi liderada pelos norte-americanos da Ribbit, fundo de venture capital do Vale do Silício, investidor em fintechs como Robinhood, Coinbase e Wealthfront. Já a segunda, foi liderada pelo QED Investors, fundo de venture capital investidor de empresas como Nubank, Loft e GuiaBolso. 

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