Open Banking amplia ameaças cibernéticas a instituições financeiras – mas há como prevenir

Open Banking amplia ameaças cibernéticas a instituições financeiras – mas há como prevenir

UM CONTEÚDO KASPERSKY

Melhor prevenir do que remediar; todo mundo já ouviu esse conselho pelo menos uma vez na vida, e apesar de antigo, em se tratando de fraudes financeiras, ele é mais atual do que nunca.

Afinal, o setor – que tradicionalmente é o principal alvo de ataques cibernéticos no Brasil – ficará ainda mais exposto com a entrada em vigor da segunda fase do Open Banking. Mas claro que a solução não é abrir mão dos avanços tecnológicos e inovações, e sim deter ataques de forma proativa.

O Open Banking permite que instituições financeiras usem APIs abertas para que aplicativos de terceiros construam serviços em torno de seus sistemas. Ou seja, torna muito mais difícil manter todas as interações seguras. A complexidade e a diversidade dos meios de acesso às contas digitais estão abrindo novos pontos de vulnerabilidade para os fraudadores explorarem.

Desta perspectiva, é natural que muitos encarem a tecnologia como uma faca de dois gumes para as instituições financeiras – algo que elas devem usar, mas que também os deixa vulneráveis a ataques.

Um sistema antifraude robusto pode fornecer não apenas proteção para a organização financeira e seus clientes, mas também reduzem custos operacionais e evitam vazamentos de dados que causam muitos prejuízos seja por meio de campanhas de spam e phishing, roubo de contas, ou novas contas fraudulentas.

“Para acompanhar o ritmo constante da transformação tecnológica, as fintechs devem considerar investir em uma solução confiável de cibersegurança que garanta o crescimento do seu negócio e segurança dos dados dos seus clientes”, diz Fabio Assolini, analista sênior de segurança da Kaspersky no Brasil.

A batalha solitária de uma fintech contra cibercriminosos tende a ser inglória, uma vez que à medida que implantam novas tecnologias e processos para prevenir fraudes online, os fraudadores encontram novos pontos fracos para explorar. Devido a tempo, orçamento e recursos de pessoal reduzidos, elas tendem a ficar limitadas em sua guerra contra a fraude cibernética.

Pesquisas mostram que mais de 60% das empresas em todo o mundo investem em aprendizado de máquina e soluções antifraude. O acesso a uma conta bancária online roubada com um saldo mínimo de US$ 2.000 pode custar US$65 na dark web. Além de ganhos financeiros, os fraudadores também estão interessados em obter informações e interromper maliciosamente serviços – tudo com fins de provocar danos à reputação de um concorrente

Já os clientes querem experiência sem atritos, proteção de seus dados pessoais e acesso a contas bancárias digitais de vários dispositivos em qualquer lugar, a qualquer hora.

Dicas do que fazer


– Acrescente detecção proativa de fraudes sofisticadas em tempo real na Web e canais móveis antes que as transações ocorram;

– Acabe com a lavagem de dinheiro usando mapeamento e vínculo de entidades globais;

– Evite o roubo de contas descobrindo sinais claros na fase de login e ao longo da sessão, detectando anomalias e comportamentos suspeitos em tempo real;

– Impeça a fraude de novas contas ao reconhecer imediatamente contas sintéticas e detectar novos dispositivos desconhecidos;

– Desenvolva padrões do que é legítimo ou fraudulento em termos de comportamento, usuários, dispositivos e sessões;

– Detecte de forma precisa malware em seus canais móveis e da Web.

Sobre a Kaspersky

A Kaspersky é uma empresa internacional de cibersegurança e privacidade digital fundada em 1997. O portfólio de segurança da empresa inclui desde soluções de proteção de endpoints a muitas soluções e serviços de segurança especializada para combater ameaças digitais sofisticadas e em evolução. Mais de 400 milhões de usuários são protegidos pelas tecnologias da Kaspersky e ela ajuda 240.000 clientes corporativos a proteger o que é mais importante para eles.

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