Money makes the world go round: novo estudo sobre futuros unicórnios globais mostra que 20% são fintechs

Money makes the world go round: novo estudo sobre futuros unicórnios globais mostra que 20% são fintechs
Liza Minnelli e Joel Gray no filme de1972 "Cabaret"

Novo estudo da CB Insights sobre futuros unicórnios – startups que vão chegar a valer US$ 1 bilhão ou mais – mostra que 10 dos 50 mais promissores são fintechs.

“Um quinto (20%) dos futuros unicórnios são fintechs: os mercados internacionais estão impulsionando o segmento, e 6 dos 10 futuros unicórnios fintech estão localizados fora dos Estados Unidos. Argentina (Ualá) e Índia (CRED) representam mercados emergentes onde as fintechs estão ganhando impulso”, diz o estudo.

A consultoria usa um algoritmo próprio chamado Mosaic, uma métrica que combina a saúde financeira de uma empresa, à quantidade de tração que ela tem à força de seu mercado. Usando o mesmo método em 2015 e 2019, a CB Insight diz que 52% e 34% das escolhas, respectivamente, tornaram-se unicórnios.

Cadê o Brasil?

A CB Insights também divulgou hoje o quarto compilado das 250 fintechs mais promissoras do mundo – o Brasil tem seis representantes: além dos ‘culpados de sempre’ – Nubank, Creditas, Ebanx, Loft, Quinto Andar – incluiu a Hash no grupo.

“Nossos analistas vasculharam 17.000 empresas para escolher a dedo 250 das mais promissoras fintechs do mundo em pagamentos, seguros, criptografia, banco digital e muito mais”, diz a consultoria, acrescentando que 36% estão fora dos EUA. “O Reino Unido é o lar do segundo maior número de startups”.

O Ribbit Capital é o venture capital mais ativo, com participação em 41 negócios com fintechs desde 2019. Coincidentemente, o “mantra” do grupo é “it takes money to change money”.

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