We Impact seleciona startups brasileiras lideradas por mulheres; fintechs de Open Finance podem se inscrever

We Impact seleciona startups brasileiras lideradas por mulheres; fintechs de Open Finance podem se inscrever
Lícia Souza, CEO da WE Impact

A WE Impact está com inscrições abertas, até o dia 18 de outubro, para uma chamada pública de investimento em startups brasileiras fundadas ou lideradas por mulheres, apoiada pela KPMG. O objetivo da iniciativa é buscar startups early stage com modelo de negócios B2B para receberem aportes que, somados, poderão chegar a R$ 1 milhão. A iniciativa é o primeiro fruto do investimento e apoio institucional da KPMG à empresa, que é a primeira venture builder dedicada a mulheres líderes de startups, anunciado em julho deste ano.

A chamada busca startups que ofereçam um software destinado a solucionar “dores” de outras empresas (B2B), validadas por um MVP completo, com faturamento crescente nos últimos três meses, e que atuem em uma das seguintes áreas: ESG, Open Finance, Cyber Security, Legaltech, Taxtech, Martech, RHtech ou Edutech. Entre outubro e novembro, as inscritas passarão por um processo seletivo inicial e, depois, em novembro, as que passarem por essa etapa precisarão participar de um pitch ao júri para defenderem seus diferenciais, potencial de inovação e crescimento. O anúncio das investidas deverá ser feito ainda este ano, em dezembro.

Além do capital, as startups investidas vão receber apoio direto no desenvolvimento de 5 pilares: tecnologia, time, produto, receita e diversidade. Essas empresas também poderão ter conexão com a KPMG por meio de workshops, palestras e conteúdo sobre temas relacionados ao investimento e acesso a toda a WE Impact Network, rede que conta ainda com grandes corporações líderes em tecnologia e outras áreas.

“Além de destinar capital a startups fundadas ou lideradas por mulheres, buscamos gerar valor por meio da conexão direta com o mercado e acesso às nossas especialidades para acelerar o crescimento da startup. Apostando no empreendedorismo feminino, queremos demonstrar como a equidade de gênero no ecossistema de startups colabora para gerar negócios mais lucrativos, resultados mais poderosos e impacto social positivo”, afirma Carolina de Oliveira, sócia-diretora de Private Enterprise da KPMG no Brasil.

“A jornada de uma startup é extremamente tortuosa e queremos construir pontes para que essas mulheres líderes e empreendedoras trilhem um caminho rumo ao sucesso. Acreditamos que a geração de valor por meio do relacionamento vai muito além do investimento financeiro. Fazer parte desse portfólio significa ter também acesso a grandes empresas e especialistas de tecnologia e diversas outras áreas de atuação”, afirma Lícia Souza, fundadora e CEO da WE Impact, venture builder que tem como propósito promover a equidade de gênero no ecossistema de startups.

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