Inter volta a dar lucro trimestral, e reverte prejuízo do ano passado; resultado ficou positivo em R$ 19,2 milhões

Inter volta a dar lucro trimestral, e reverte prejuízo do ano passado; resultado ficou positivo em R$ 19,2 milhões

O Inter alcançou lucro líquido de R$ 19,2 milhões no terceiro trimestre de 2021, somando R$ 58,3 milhões no ano. O resultado é 5,5% superior ao do trimestre anterior, e reverte o prejuízo de R$ 8 milhões do terceiro trimestre de 2020.

Em nota, o Inter atribuiu o resultado “a um forte desempenho das avenidas de marketplace, banking, crédito, seguros e investimentos”, chegando a R$ 869 milhões em receitas totais, um crescimento de 36% em relação ao trimestre anterior e 149% em comparação com o ano passado. Já as receitas de serviços atingiram R$ 345 milhões, o que representa aumento de 30% em relação ao segundo trimestre e 157% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Com uma média de 33 mil contas abertas por dia útil em setembro, o Inter segue aumentando a receita média por cliente (ARPU), que chegou a R$ 207,19 no trimestre, alta de 20% na comparação com o mesmo período de 2020. O Cross-Selling Index, índice que mede o consumo de produtos por cliente, foi de 3,43 no período, crescimento de 17% em relação ao terceiro trimestre de 2020. Por outro lado, a instituição reduziu o custo de servir por cliente, agora 11% menor do que no 3T20.

A carteira de crédito ampliada também cresceu no período, chegando a R$ 16 bilhões. O crescimento foi de 116% na comparação com o mesmo período de 2020. Foram originados R$ 5,5 bilhões em crédito de julho a setembro e o saldo de provisão se manteve constante em relação aos trimestres anteriores, representando 2,5% da carteira de crédito ampliada no período.

“Nós trabalhamos todos os dias para simplificar a vida dos mais de 14 milhões de clientes com uma experiência inovadora em nosso Super App. Os resultados consistentes que apresentamos no terceiro trimestre mostram que estamos no caminho certo e nos desafiam a querer mais. Nosso objetivo é oferecer uma jornada cada vez mais completa”, diz o CEO do banco Inter, João Vitor Menin.

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