Duas investidoras que apostam em fintechs, Invest Tech e Captalys, estão na fila do IPO para este ano

Duas investidoras que apostam em fintechs, Invest Tech e Captalys, estão na fila do IPO para este ano

Duas das 29 companhias que entraram com pedido para oferta inicial de ações no Brasil em 2021- Invest Tech e Captalys – são gestoras de investimentos que apostam em fintechs. Ambas aguardam a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) concluir suas análises e dar o sinal verde para, finalmente, vir à mercado. A Invest Tech entrou com pedido em maio e entregou o prospecto preliminar em agosto; a Captalys entrou em setembro – mas em seguida suspendeu a oferta até 21 de março.

No ano passado, as 52 ofertas iniciais de ações realizadas na B3 movimentaram R$ 54,9 bilhões, sendo 30 ofertas do tipo primária (R$ 35,9 bilhões) e 22 do tipo secundária (R$ 18,9 bilhões).

A Invest Tech é uma gestora de ativos com foco em investir em empresas brasileiras com alto potencial de
crescimento, que atuem no setor da economia digital para B2B e que desenvolvam serviços ou produtos
para criar disrupção em mercados maduros e acelerar a digitalização dos negócios entre empresas,
principalmente nos setores de tecnologias disruptivas, fintechs, healthtechs, edtechs, cleantechs e telecomunicações.

Fundada em 2004 por Maurício Miranda de Lima e outros sócios, a companhia nasceu com o objetivo de
assessorar empresas nos setores de Tecnologia da Informação e Telecomunicações na execução de
transações estratégicas. A partir de 2008, a Companhia passou a atuar na gestão de fundos de
investimentos em participações com foco no longo prazo com a criação, em 2008, do FIP Capital Tech I
(“CT I”), em uma captação de R$ 31,4 milhões (equivalente a aproximadamente de US$2 0 milhões no
momento da captação), e foi um dos primeiros fundos criados no Brasil com foco na aceleração do
crescimento de empresas de base tecnológica e de telecomunicações.

Já a Captalys incorpora três negócios distintos, mas relacionados, sendo todos requeridos para o
pleno funcionamento de uma operação de crédito: (i) software para originar, analisar, precificar e processar
crédito; (ii) infraestrutura completa para monitorar, cobrar e gerir os ativos de crédito e empacotá-los em
veículos de investimento acessíveis pelo mercado de capitais; e (iii) capital, fornecido através de fundos de
investimento geridos por nossa subsidiária Captalys Gestão.

Empresas usam nosso software e APIs para operacionalizar seus programas de embedded credit,
possibilitando que os tomadores a quem desejam oferecer crédito o solicitem por meio dos canais
corporativos físicos e digitais aos quais eles já têm acesso, desde web e portais móveis até sites de ecommerce e call centers.

“A Captalys está à frente na revolução do embedded credit no Brasil. Temos 4 milhões de tomadores de
crédito em nossa base, relacionados a mais de 70 setores econômicos, e processamos mensalmente R$1,8
bilhão em volume de crédito através de 3,5 milhões de contratos que representam mais de uma dúzia de
tipos de produtos de crédito diferentes. Até hoje mais de 300 empresas e mais de 2.400 investidores usaram
nossas soluções”, diz a empresa, no prospecto.

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